Guerra

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O que vale a pena fazer para sobreviver?

Que tipo de sobrevida fica quando só é o corpo que resta?

O corpo enquanto carne. Pode ser que se perca um pedacinho aqui e ali, ou que um pedaço vire carne assada.

Mas e o filminho na cabeça? Aquele que te dá a indispensável sensação de que há algum tipo de lógica interna na vida para cada ocasião que não poderia ser contemplada honestamente sem que se desse conta de sua mágica, horror, bizarrice, ou carência total de apelo emocional.

Como diz o nosso grande bróder Howard Phillips, há coisas que é melhor ignorar.

E a morte e a sobrevivência se tornam coisas dadas a depender da linha de tempo-espaço disponível e suas limitações. Vida mesmo é o filminho, e se o filme acaba o mundo vira carne e vácuo.

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